Musique
O Urso Acústico
Langue FR
Lundberg Selection↗
Illustration de la chanson · A Rede em Diagonal

05 / 12 · O Dia Cabe em Nós

A Rede em Diagonal

O Urso Acústico · 3:29

Spotify · A Rede em Diagonal

Paroles

Le hamac en diagonale

Traduction française

Le hamac a pris la vérandad’un coin presque jusqu’à la porte.Tu t’es allongée en travers,m’as fait une place dans les plis.Je suis entré en tenant la poutre,toi en tenant mon bras.Le tissu a cédé doucement,ton pied a trouvé mon lacet.Au bout de tissu qui dépasse,une frange a frôlé ton oreille.Tu m’as demandé de l’enlever,m’offrant ta tête.Le vent soulève le rideau,éparpille le dessin des feuilles.Ton visage si près du mienchange la taille de l’ombre.Balance-toi doucement avec moi,laisse le hamac trouver son sol.Tes cheveux font un cheminde ma poitrine à ma main.Tu plies ta jambe sur la mienne,je suis la respiration.Le tissu va, le tissu vient,ton sourire change la direction.Rita a laissé une carafeà l’ombre de la porte du salon.Tu n’as tendu qu’un bras,j’ai ramené ton corps.Elle rit et rapproche la petite table,pose deux verres à l’ombre.Ton doigt mouillé dessineune petite boucle sur ma main.Tu demandes s’il y a de la placeplus tard pour danser dans le salon.Je remue les deux pieds dans la frange,tu es la première à rire.Balance-toi doucement avec moi,laisse le hamac trouver son sol.Tes cheveux font un cheminde ma poitrine à ma main.Tu plies ta jambe sur la mienne,je suis la respiration.Le tissu va, le tissu vient,ton sourire change la direction.Tu poses le visage sur l’épaule.La frange repose sur le sol.

Original en portugais du Brésil

A rede pegou a varandade um canto até perto da porta.Você se deitou de atravessado,me fez um lugar entre as dobras.Entrei segurando na viga,você segurando meu braço.O tecido cedeu devagar,seu pé encontrou meu cadarço.Na ponta que sobra do panouma franja roçou sua orelha.Você me pediu que tirasse,me oferecendo a cabeça.O vento levanta a cortina,espalha o desenho das folhas.Seu rosto tão perto do meumuda o tamanho da sombra.Balança devagar comigo,deixa a rede encontrar seu chão.Seu cabelo faz um caminhodo meu peito até minha mão.Você dobra a perna na minha,eu acompanho a respiração.O tecido vai, o tecido vem,seu sorriso muda a direção.A Rita deixou uma jarrana sombra da porta da sala.Você estendeu só um braço,eu trouxe seu corpo de volta.Ela ri e aproxima a mesinha,coloca dois copos na sombra.Seu dedo molhado desenhauma volta pequena na minha.Você pergunta se cabemais tarde uma dança na sala.Eu mexo os dois pés na franja,você dá a primeira risada.Balança devagar comigo,deixa a rede encontrar seu chão.Seu cabelo faz um caminhodo meu peito até minha mão.Você dobra a perna na minha,eu acompanho a respiração.O tecido vai, o tecido vem,seu sorriso muda a direção.Você pousa o rosto no ombro.A franja descansa no chão.